Dedinhos verdes moldam a doçura das flores, e as fadas lhes põem
aroma. Aguapés rosados
suspiram com o frescor da água
viva e as pedras se deixam
partir ao se descobrirem
cristalinas.
Corações enluarados se dão as
mãos enquanto esperam o Sol da
manhã.
Ainda guardo a caixinha de
música Que ganhei de presente quando era
menina... Vez em quando movo as velhas
cordas Pra ver a pequena bailarina
rodopiar, Mas a pobre caixinha está com as
cordas gastas, O palco arranhado e a
bailarina Mal consegue se
equilibrar... Mas por instantes, volto ao
passado... E me pego pensando em tudo que
imaginava Ao vê-la dançar sobre o palco de
plástico Que parecia diamante... E posso
ouvir o sino da escola Avisando que era hora de voltar pra
casa, Corria feliz para chegar
logo E brincar com minha caixinha de
música... A noite caia depressa, e eu parecia
longe de tudo, Ficava a sonhar, sonhar... Girava o
mundo Olhando a bailarina... Nem percebia
o tempo passar.
O segredo do tempo é consumi-lo sem
percebê-lo.
É fingir-se infinito para não o vermos passar
É fazer-se contar em anos em vez de momentos
Relógio, despertador, cronômetro, calendário
Tudo engodo para imaginarmos prendê-lo, controlá-lo
Ampulheta, único instrumento sincero do tempo
Regressivamente, nos impõe a gravidade
De haver realmente um último grão
Riscando na areia a nossa fragilidade
Mas o tempo é imparcial
Não distingue rico de pobre
Preto de branco, homem de mulher
Devora-se sem escolhas
Matar o tempo é matar-se sem sentido
Perdê-lo é viver em vão
Faz-se devagar nos maus momentos
Depressa quando o queremos
Ponteiro invisível da vida
Peça necessária do fim
A sua fome é insaciável
A sua vontade é determinante
A sua procura é unanime
Se esconde nas sombras que se movem
Nos objetos que não mais servem
Nas pessoas que nunca mais vimos
Nas lembranças já esquecidas...
Revela-se nas fotos que se desbotam
Nas cartas que amarelam
Nas crianças que crescem
Nas rugas que aparecem
Deixa-nos a esperança de Pandora
Nas ações dos que virão...
Sonhe com aquilo que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce
Dificuldades para fazê-la forte
Tristeza para fazê-la humana
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram
Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passaram por suas
vidas.
Nome: Janaina Assis Apelido: Janis Signo: Libra Cidade: Belo Horizonte Estado: Minas Gerais Gosta de:Viajar,música,TV, filmes,estudar,
documentários,Internet,photoshop... Não gosta de:Hipocrisia,gente sem conteúdo que o único
assunto é a vida alheia Curiosidades:Sou mega vaidosa,curto estilo pin up, e Lady
Like,muito babado,laço e fita... Não curto conversas fúteis e que
não acrescentem algo importante. Sou Feminista mas muito feminina e
romântica! Sou exigente em todo tipo de escolhas em minha
vida.